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O doce sabor do sucesso e seus desafios

O doce sabor do sucesso e seus desafios

André Rodrigues, CEO da Fábrica de Bolos Vó Alzira

Não é novidade que muita gente enxerga o empreendedorismo como uma alternativa para o desemprego. Foi mais ou menos isso que aconteceu com a Vó Alzira aos 60 anos. Digo mais ou menos porque o caso dela é um sucesso arrebatador! Das encomendas de bolo de iogurte de 2007, passando pela abertura, no ano seguinte, da primeira loja e, em 2020, a mais de 320 unidades. Não tem como não se encantar pela trajetória da Vó Alzira. É claro que tudo é fruto de muito trabalho, determinação e cuidados.

É imensa a alegria e orgulho de fazer parte de alguma forma dessa história, cuidando do jurídico da rede, que não para de crescer e inovar.  Em setembro, por exemplo, foi inaugurada a primeira loja-conceito: a Vó Alzira Café, que, além dos deliciosos e tradicionais bolos, serve pratos para o almoço, lanches e bebidinhas especiais, como o gelado frappé crocante e o capuccino com cacau 100%. 

Por isso, quis muito realizar a Live: O doce sabor do sucesso e seus desafios, com André Rodrigues, CEO da Fábrica Vó Alzira. Será uma oportunidade incrível de falarmos sobre o jeito, as peculiaridades e novidades dessa franquia marcada pelo sucesso. 

Vamos conversar sobre a eficiência do modelo de negócio, a credibilidade alcançada, o plano de expansão e diferenciais da franquia. Sabia que a empresa não cobra royalties, que é uma das principais remunerações dos sistemas de franchising?

Pois é, venha descobrir essa e outras novidades no nosso encontro na próxima terça-feira, dia 5 de outubro, às 19h.

Acompanhe no meu perfil @anavonjess e também em @vonjessadvogados ou no Facebook.

Perguntas e Respostas Sobre Franchising – Parte 2

Perguntas e Respostas Sobre Franchising – Parte 2

Perguntas e Respostas sobre Franchising Parte 2

Com o sucesso do último artigo, vamos novamente colocar aqui as principais dúvidas de empresários e empreendedores, sendo eles franqueados ou franqueadores sempre tem. Portanto, segue abaixo mais uma seção de perguntas e respostas sobre franchising.

Precisa ter experiência para ser franqueado?

A franqueadora deve detalhar o perfil do franqueado ideal para contratar a sua franquia. Há negócios que demandam experiência prévia sim, mas depende do que você pretende contratar. De qualquer forma, é obrigação da franqueadora lhe informar a este respeito.

A franqueadora pode não renovar o contrato de franquia?

O contrato de franquia normalmente é celebrado por prazo determinado e só será renovado casa haja vontade de ambas as partes. A franqueadora não é obrigada a renovar a contratação mesmo que o franqueado tenha cumprido integralmente suas obrigações.

A taxa de marketing é devida mesmo não havendo propaganda na minha região?

A taxa de marketing é uma verba de destinação específica e deve ser utilizada com a finalidade de promover o marketing institucional da rede. A destinação regional somente pode ser “exigida” se a franqueadora se obrigou contratualmente a promovê-la.

Portanto, o franqueado deve levar essa questão em consideração quando for comprar uma franquia. Prestar atenção aos detalhes de como verba de marketing será aplicada é um ponto importante, principalmente em praças longes dos grandes centros.

Manual é mesmo importante? Maior trabalho desenvolver um…

Não tem nada fácil mesmo no sistema de franquia… Franquia é padrão e para oferecer e cobrar a padronização necessária ao negócio, todos os procedimentos utilizados para o desenvolvimento da rede franqueada devem ser bem pensados e estar efetivamente mapeados.

Nesse sentido, o manual é importante sim e deve complementar o contrato de franquia e tratar especificamente do padrão operacional que será cobrado de cada franqueado.

Ficamos por aqui. Se você gostou desse artigo, compartilha com seus amigos, curta a gente nas redes sociais e deixe seu comentário. Para saber mais sobre franquias, baixe de graça o meu livro Franchising no Brasil: Tudo o que você precisa saber.

Abraços e até o próximo artigo. Tchau.

Veja o que mudou com a Nova Lei de Franquias

Veja o que mudou com a Nova Lei de Franquias

O que mudou com a Nova Lei de Franquias

No próximo dia 26 de março, a Nova Lei de Franquias (Lei n.º 13.966/2019) completa um ano. Promulgada pelo atual presidente, ela veio substituir a Lei nº 8.955/94 até então vigente, que regulamentava os parâmetros legais do mercado de Franquias no país. Claro que a nova lei obrigou os franqueadores a revisarem suas normas de conduta e instrumentos jurídicos e adequá-los a nova lei.

Mas o que, de fato, mudou?

Assim como já era regulamentado, a Nova Lei de Franquias mantém o Contrato de Franquia como o principal instrumento jurídico para regular a relação entre franqueadores e franqueados, no qual são dispostos os termos e condições acordados entre as partes. Incrementar mais transparência nas informações da Circular de Oferta de Franquia (COF), formalizar questões já fixadas na jurisprudência brasileira e esclarecer pontos de atrito são as principais mudanças.

Novas informações devem constar na COF, tais como:

  1. regras de transferência ou sucessão;
  2. quotas mínimas de compra junto ao franqueador, se houver;
  3. regras de concorrência territorial entre unidades próprias e franqueadas;
  4. prazo contratual e condições de renovação;
  5. existência ou não de conselho ou associação de franqueados;
  6. penalidades, multas e indenizações.

Também em favor da transparência, foi ampliado de 12 para 24 meses o histórico com informações de franqueados desligados da rede de franquia.

Outra questão importante e bastante controversa que a Nova Lei de Franquia buscou resolver diz respeito à sublocação do ponto comercial do franqueador para o franqueado. Nesses casos, qualquer uma das partes poderá propor ação renovatória do contrato de locação, sendo que o valor pago pelo franqueado pode ser superior ao que a franqueadora paga ao proprietário do imóvel. É obrigatório que tal informação esteja presente na COF e que não onere em excesso o franqueado.

Questões trabalhistas também foram regulamentadas pela Nova Lei de Franquias e dão mais segurança jurídica para ambas as partes. A lei confirma a ausência de vínculo trabalhista entre os empregados do franqueado e o franqueador, assunto já consolidado pela jurisprudência, mas que dá segurança jurídica e esclarece de forma definitiva esta questão tão espinhosa.

Após um ano de promulgada, a Nova Lei de Franquia veio para modernizar questões legais que estavam ultrapassadas e desatualizadas e dar segurança jurídica aos negócios entre franqueados e franqueadores. Muito importante para um setor da economia que, mesmo com crises econômicas e sanitárias, continua em pleno crescimento.

Comente aqui ou nas minhas redes sociais (Facebook, Instagram ou LinkedIn) que você achou deste arquivo e quais são os destaques que você, franqueado ou franqueador, vê na Nova Lei de Franquia.

Para saber mais sobre o universo das franquias, você pode baixar gratuitamente o meu livro Franchising no Brasil clicando aqui.

Abraços e até o próximo artigo. Tchau.

As 5 Tendências de Negócios para Franquias em 2021

As 5 Tendências de Negócios para Franquias em 2021

Tendências para 2021

O ano de 2020 foi atípico para dizermos o mínimo. A pandemia trouxe, além da crise sanitária e de saúde, um desafio sem precedentes para os negócios. Uma crise aguda nos mercados que afetou empresas de todos os ramos de atividades. O cenário foi – e ainda está sendo – desafiador para empresários franqueados e franqueadores. Contudo, tendências de negócios surgiram ao longo do novo normal e as franquias, como qualquer outro negócio, tiveram que se adaptar.

Os consumidores foram obrigados a mudar drasticamente seus hábitos de consumo acelerando um processo, até então gradual, de migração para o mundo digital. O e-commerce e delivery tiveram que ser aprendidos mesmo pelo mais tradicional comprador. Alia-se a isto, a nova forma de pagamento trazida pelo Banco Central do Brasil, o Pix. Muitas mudanças para serem absorvidas pelos empreendedores, suas empresas e suas equipes de trabalho.

Diante dessas novidades, muitas se destacaram e estão, aos poucos, sendo incorporadas como novos modos de gestão. Na maioria dos casos, redes inteiras estão tendo que modernizar seus processos de comunicação e atração de clientes. Muitas vezes, precisam ensinar para o seu público as novas regras do novo normal. Vamos conhecer aqui as mudanças mais adotadas por empresas em todos o país. Tome nota, pois você e sua franquia poderão, num futuro próximo, ter que adotar algumas dessas tendências.

1- Apps de Entrega

O setor de alimentação, maior ramo dentre as franquias, foi duramente afetado pela pandemia. A “solução” já existia no mercado há algum tempo, porém, foi adotada, na maioria das cidades, por grandes redes de fast food. O isolamento social e as proibições iniciais do atendimento presencial aos clientes, levou várias outras empresas de alimentação a migrarem para os aplicativos de entrega – ou delivery, como também são conhecidos. Até mesmo, as redes de supermercados se viram obrigadas a adotar os serviços de delivery por aplicativos.

Apesar da flexibilização das leis de isolamento social, a pandemia entrará 2021 adentro e dificilmente o delivery deixará de fazer parte dos hábitos de consumo do mercado. Quem antes não usava por desconhecimento ou desinteresse, hoje está acostumado a fazer seus pedidos e recebê-los em casa. Portanto, empresários do comércio em geral, se ainda não adotaram esse novo modelo de atendimento, pensem nisso o quanto antes, pois ele veio para ficar. É uma das tendências de negócios com mais chance de se tornar permanente principalmente entre os consumidores mais jovens.

2- Atendimento on-line / Aulas on-line

Franquias médicas, de personal fitness, de educação ou qualquer rede de serviços, cujo atendimento personalizado aos clientes foi severamente afetado pela pandemia, viram na tecnologia de vídeo-chamadas a solução para continuarem atendendo a sua clientela. O impacto foi tanto que, no setor médico, o governo aprovou em tempo recorde a legislação para vídeo consultas.

Redes de educação, como cursos de idiomas, cursos técnicos e profissionalizantes também adaptaram suas estruturas para oferecer seus serviços aos clientes e garantir o faturamento no final do mês. Era mudar rapidamente ou fechar as portas.

No caso específico da área de educação, cursos à distância vinham crescendo há anos no país, porém concentrados em cursos de graduação e pós-graduação. No cenário de pandemia, essa modalidade expandiu-se também para as áreas citadas acima. Outra curiosidade: empresários perceberam que na modalidade de atendimento on-line não existem barreiras físicas ou geográficas. O óbvio ficou evidente e oportunidades para atender novos clientes estão surgindo em qualquer lugar do país e do mundo.

3- Trabalho remoto

Seguramente, a mudança mais evidente trazida pela pandemia. O trabalho remoto – também chamado por aqui de home office – tornou-se uma necessidade, uma imposição às empresas e a suas forças de trabalho sem precedente na história moderna. Essa mudança de paradigma foi tão profunda que está reestruturando modelos de negócios sedimentados há gerações.

Gestores perceberam que a adoção do home office, quando possível, diminui custos pois espaços físicos com caros aluguéis não são mais necessários, que viagens podem ser substituídas por reuniões on-line com custos reduzidíssimos. Claro, nem todos os modelos de negócios permitem a adoção do trabalho remoto para a equipes, mas nos setores como consultorias, agências de publicidades, empresas de T.I. entre tantos outros, a adoção não só é possível como totalmente factível e sem perda de produtividade. Essa é, com certeza, uma das mais fortes tendências de negócios para 2021.

4- Pagamentos digitais

Empresas devem adotar cada vez mais o meio de pagamento digital. A novidade foi impulsionada, sem dúvida, pelo lançamento do Pix pelo Banco Centro do Brasil. A nova modalidade de pagamento tem custo zero para pessoas físicas e é muito mais barato e ágil para pessoas jurídicas que os antigos TED e DOC.

Embora ainda pouco usado nas lojas físicas, o Pix está sendo adotado nas plataformas digitais com uma velocidade que surpreendeu até mesmo os técnicos do BC. Contudo, os pagamentos digitais não vão ficar por aí. O WhasApp, que é do Facebook, garantiu que em 2021 vai voltar com o pagamento digital pelo app de mensagens. Lembrando que a primeira tentativa do WhasApp foi barrada pelo BC por não cumprir as normas determinadas pela instituição. Outras empresas também estão no páreo, como a Pic Pay, PayPal e Pag Seguro entre outras.

O WhatsApp é um assunto à parte. Hoje em dia, o app já é a principal plataforma de atendimento a clientes de várias empresas de grande porte, adotada por bancos e até pelo Governo Federal. Ou seja, a introdução da modalidade de pagamento é fortíssima tendência a ser observada pelo mercado.

5- Influenciadores digitais

Embora não sejam novidade, os influenciadores digitais tiveram uma importância significativa na pandemia.  Eles solidificaram suas influências a partir do momento em que as pessoas estavam em casa e passaram a consumir conteúdo digital como nunca. Mesmo que por “forças externas”, a audiência aumentou; e com audiência maior, maior a influência – e o cachê – dessas personalidades digitais.

Setores, como saúde e beleza, por exemplo, são hoje dominados por eles. São vendedores digitais com forte poder de amplificar a mensagem da marca. Com a restrição de circulação das pessoas, muitos desses influenciadores vão nas lojas e demonstram os produtos que os consumidores querem comprar. Muitos fazem lives ou gravam vídeos nas suas casas mesmo usando os produtos enviados pelas empresas. Uma versão moderna dos apresentadores dos canais de vendas surgidos por aqui nos anos 90 com uma vantagem: a credibilidade dos influenciadores endossa (ou não) ao seu público a qualidade do produto. Alguns não os consideram tendências de negócios e sim um canal mídia consolidado. Mas, como foram novidade para uma grande parte da população, acredito ser uma tendência para 2021.

Casos curiosos surgiram, como o do dono de uma loja de bugigangas para o lar no Saara, comércio popular no Rio de Janeiro. No auge da pandemia e sem poder receber clientes, ele, desesperado e sem poder vender, teve a ideia de levar a esposa e a filha para a loja e começou a mostrar os produtos em lives no Instagram. O negócio deu tão certo que hoje a loja retomou as vendas transformando-se num e-commerce de sucesso. A crise despertou a criatividade e a loja não fechou as portas. As redes sociais são poderosas aliadas para empresários que entendem a sua linguagem. As lives do comerciante digital influencer continuam, claro.

Se você gostou desse artigo, clique aqui e leia outros posts sobre negócios e franquias. Você conhece outras tendências de negócios que poderia entrar nessa lista? Fala para gente nos comentários.

5 Dicas práticas para escolher a SUA franquia de sucesso

5 Dicas práticas para escolher a SUA franquia de sucesso

Os termos mais procurados no Google quando o assunto é franquia são “franquias de sucesso”, “como encontrar uma franquia de sucesso” e “as melhores franquias”. Contudo, o que os resultados do Google não mostram é que o conceito de “sucesso” varia de pessoa para pessoa. Em outras palavras, avaliar o “sucesso” de um empreendedor e do seu negócio é algo que vai além de lucros e retorno financeiro. Claro, que essas são questões fundamentais para o sucesso de qualquer investimento, mas não é tudo, quando falamos de empreendedorismo ou mesmo de realização pessoal.

O Brasil tem hoje mais de 2.700 redes de franquias em praticamente todos os segmentos de negócios. O empreendedor tem a sua disposição um espectro gigantesco de opções para tirar daí a empresa na qual vai investir seus sonhos e suas economias. Mas como escolher? Quais questionamentos devem ser feitos pelo empreendedor antes da tomada de decisão? Como descobrir o segmento com o qual se tem mais afinidade?

São muitas as dúvidas enfrentadas pelos empreendedores / investidores. Vamos dar aqui cinco dicas, ou melhor, cinco perguntas que todos os candidatos precisam fazer antes de escolher qual melhor rede de franquias para as suas pretensões.

Como abrir meu negócio minimizando meus riscos?

Para qualquer investimento, é necessário o suporte profissional de especialistas para minimizar os riscos e apontar melhoras práticas. No caso das franquias, essa ajuda profissional é ainda mais importante, pois o setor de franchising no Brasil é regulamentado e possui regras próprias definindo direitos e deveres para franqueadores e franqueados.

É importante ter um suporte jurídico que garanta à empreendedora ou ao empreendedor uma blindagem jurídica do negócio como a forma mais eficiente e econômica de se proteger de riscos desnecessários; da mesma forma, que auxilia nas etapas de negociação com a franqueadora, no contrato de franquia, no aluguel do ponto comercial e em várias outras etapas da abertura do negócio.

Quero trabalhar com o público final ou com empresas?

Muito importante saber para qual tipo de cliente você e sua empresa estão dispostos a trabalhar. Aqui, as diferenças são enormes. Caso você escolha trabalhar com o público, tem que gostar de pessoas: simpáticas, estressadas, apressadas, bem humoradas, agressivas etc. Lembre-se que como dono do negócio, você será exemplo para os seus empregados, portanto, tenha claro quais são as habilidades que você terá que ter para tocar a empresa.

Em contrapartida, o trabalho com empresas exige mais comprometimento de horários, organização e prazos pois, na maioria das vezes, são clientes mais exigentes e quase sempre sensíveis a preço. Qualquer que seja a escolha, é importante ter a consciência dos desafios que cada tipo de cliente oferece.

Quero trabalhar nos fins de semana?

Essa é uma pergunta que poucos empreendedores se fazem. Dependendo do segmento, os finais de semana são os melhores dias para o funcionamento da empresa e o franqueado tem que estar presente para que tudo funcione corretamente. Se a franquia for aberta em shopping center, serão sábados e domingos de muito trabalho.

Essa pergunta vai além das horas trabalhadas; muitas vezes, a família tem que estar profundamente envolvida para compreender que a ausência do cônjuge – ou da mãe, ou do pai ou mesmo de ambos no caso de famílias – nos dias em que muitos estão se divertindo. Já testemunhei muitas empresas fecharem porque o dono empreendedor não estava disposto a entregar todos os seus finais de semana para o negócio.

Mesmo para quem atende empresas, tem que ter em mente que poderá ser comum usar os dias do final de semana para atender as demandas dos clientes. Ser dono do próprio negócio é dar o seu tempo para ele em prol do sucesso da empresa e da realização pessoal.

Devo usar minhas economias ou captar empréstimo no mercado?

Decisão importantíssima. Aparentemente, iniciar um negócio já endividado não soa como uma boa escolha. Mas é importante ressaltar que empréstimos podem ser uma opção interessante caso as condições do financiamento sejam boas. Ou seja, se os juros forem abaixo do mercado e com prazo de pagamento longo o suficiente para que seu negócio prospere, pode ser uma boa decisão.

Se for contar com as economias pessoais, é importante saber que será necessário manter-se mesmo com a unidade franqueada já em operação. Os lucros iniciais poderão não ser suficientes para pagar as contas empresariais e pessoais. Portanto, tenha em mente em investir de 50% a 60% do seu patrimônio financeiro. Por exemplo, se você tem 200 mil reais guardados, invista até 120 mil no negócio, o resto é o seu fôlego financeiro.

Qual o segmento de mercado que eu quero atuar?

Como já dissemos anteriormente, há franquias para quase todos os segmentos de mercado. Muito provavelmente, você, empreendedora ou empreendedor, já trabalhou no segmento que agora deseja empreender. Experiência sempre ajuda, mas não é necessariamente um pré-requisito para a abertura do negócio.  Habilidades como gestão de pessoas, finanças, vendas, marketing entre outras também vão te dar a base para tocar a sua franquia.

Para seu conhecimento, os maiores segmentos de franquias no Brasil são:

  1. alimentação,
  2. saúde beleza e bem estar,
  3. serviços,
  4. moda,
  5. hotelaria e turismo,
  6. serviços educacionais,
  7. casa e construção.

Clique aqui para ganhar o meu e-book O Mundo do Franchising no Brasil. Aproveite, é de graça.

Este e outros assuntos relacionados às franquias estão disponíveis aqui no nosso blog, explore e informe-se. Muito obrigada e até a próxima.

Os 4 Maiores Erros dos Franqueados

Os 4 Maiores Erros dos Franqueados

Mesmo as redes franqueadoras sendo uma opção mais segura para você investir na abertura do negócio próprio, os riscos, inerentes a qualquer empreendimento, não deixam de estar lá. A fórmula já testada de uma unidade franqueada também oferece desafios para o empreendedor franqueado e, por isso, caso algumas questões não sejam corretamente avaliadas, o futuro do negócio próprio pode não ser promissor como era esperado.

Neste post, os 4 erros mais graves que um franqueado deve EVITAR para ser bem sucedido na sua empreitada.

  1. Não analisar a COF detalhadamente. Parece óbvio, mas muitos franqueados não dão a devida atenção ao analisar a Circular de Oferta de Franquia, a COF. Neste documento, estão todas as informações da marca que o franqueado vai “comprar”, dados sobre a gestão do negócio, aluguel de equipamentos, pagamento dos royalties e os serviços que a franqueadora oferece aos franqueados. É fundamental para o empreendedor conhecer bem o que está descrito na COF até para ver se existe uma afinidade entre o tipo de negócio e o seu sonho de empreender.
  2. Falta de um plano de investimento. É muito comum vermos franqueados empolgados na abertura do negócio e depois observarmos essa empolgação se transformando em desespero por conta de um negócio que, apesar de estar em pleno funcionamento, não está dando o retorno esperado. O problema ocorre quando o franqueado não prevê que a empresa precisa de tempo para ganhar tração até gerar lucro. Esse período de maturação do negócio tem que ser levado em conta. Quando isso não acontece, o franqueado pode por todo o negócio em risco por falta de um planejamento financeiro que permitiria o amadurecimento da unidade franqueada.
  3. A falta de afinidade com o negócio. Pode parecer piegas, mas para empreender é necessário amar o que se está fazendo. O pior erro que um empreendedor pode cometer é comprar uma franquia apenas porque “é uma marca de sucesso”, ou “este tipo negócio está bombando”. É claro que boas marcas e bons modelos de negócios ajudam a ter sucesso. Mas para ser bem sucedido de fato, é necessário ter afinidade com o ramo de atividade da empresa que se está comprando. Esse é o negócio da sua vida, o convívio será diário e a dedicação ter que ser total. Se não houver amor e afinidade, é muito difícil manter a chama da motivação acesa todos os dias. Por isso, pesquise sobre os diversos tipos de empresas que existem no mercado, as várias atividades em que elas atuam, ache o negócio que você ama, descubra quais empresas já atuam nesse segmento e inicie seu plano de empreender.
  4. Não procurar um advogado. O relacionamento entre franqueados e franqueadores é regulamentado, ou seja, existem leis que determinam os direitos e deveres de cada ator nessa relação empresarial. Por isso, é muito arriscado iniciar um empreendimento sem estar resguardado juridicamente. Em outras palavras, não invista grande parte de suas economias sem estar orientado por uma advogada ou um advogado especialista em franquias que lhe garanta que todas as etapas e obrigações a serem cumpridas pela franqueadora estão sendo cumpridas e que seus direitos estão assegurados.

O que achou? Já passou por alguns desses questionamentos? Tem mais informações para compartilhar com a gente?

Escreva aqui nos comentários suas experiências. Obrigada e até a próxima.

Horário comercial das 9h às 18h de segunda-feira a sexta-feira.